Qual o Papel da Psicologia na Proteção da Biodiversidade
- Herson Alex

- 22 de mai. de 2023
- 12 min de leitura
Atualizado: 8 de dez. de 2025

1 INTRODUÇÃO
Na sociedade contemporânea, a psicologia desempenha um papel fundamental na compreensão e na promoção do bem-estar humano. Ao mesmo tempo, a questão da proteção da biodiversidade surge como um desafio cada vez mais urgente para garantir a sustentabilidade e a preservação do planeta. Embora possam parecer áreas distintas, a psicologia e a proteção da biodiversidade estão interligadas de modos complexos e interdependentes.
A psicologia como ciência, ao estudar o comportamento humano e os processos mentais, tem o poder de influenciar a forma como nos relacionamos com o meio ambiente e a biodiversidade. Nossas atitudes, emoções e comportamentos em relação à natureza são moldados por fatores psicológicos, como nossas crenças, valores, emoções e motivações.
Por sua vez, a proteção da biodiversidade não pode ser alcançada sem uma compreensão profunda das motivações e das dinâmicas psicológicas que impulsionam nossas ações. A preservação do meio ambiente exige uma mudança de postura coletiva, uma consciência do impacto de nossas escolhas e um senso de responsabilidade em relação às gerações futuras.
Nesse contexto, a psicologia desempenha um papel crucial na conscientização e no engajamento social em prol da proteção da biodiversidade. Ela pode contribuir para a formação de uma consciência ecológica, promovendo a compreensão da interdependência entre os seres humanos e o meio ambiente, bem como a preservação da diversidade e a importância da preservação da vida em todas as suas formas.
Portanto, explorar a interseção entre a psicologia e a proteção da biodiversidade nos permite ampliar a compreensão dos desafios e das soluções necessárias para a construção de uma sociedade mais sustentável e harmoniosa. É através desse diálogo entre a mente humana e a natureza que podemos encontrar caminhos para a preservação da biodiversidade, garantindo a sobrevivência de muitas espécies, da saúde do planeta e a nossa própria existência.
2 COMPREENDENDO O PRESSUPOSTO DO ASSUNTO: O QUE É BIODIVERSIDADE E O QUE É ANTROPOCENO

A biodiversidade é um conceito que se refere à variedade de formas de vida existentes no planeta Terra, incluindo a diversidade genética dentro das espécies, a diversidade de espécies em um determinado ecossistema e a diversidade de ecossistemas em todo o mundo. Ela abrange desde as diferentes plantas, animais e microrganismos até os habitats em que vivem (FRANCO, 2013).
A biodiversidade desempenha um papel fundamental no funcionamento dos ecossistemas, fornecendo serviços ecossistêmicos essenciais para a sobrevivência e o bem-estar humano, como a produção de alimentos, a regulação do clima, a purificação da água e a polinização de culturas. Além disso, ela possui um valor intrínseco, sendo um patrimônio natural que merece ser protegido e conservado (ALHO, 2012).
No entanto, estamos vivendo em uma era geológica conhecida como Antropoceno, que é caracterizada pela influência dominante das atividades humanas nos processos ecológicos globais. As ações humanas, como o desmatamento, a emissão de gases tóxicos na atmosfera, as mudanças climáticas e a exploração excessiva de recursos naturais, levam a perda da biodiversidade em todo o mundo.

De acordo com o relatório da Plataforma Intergovernamental de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos (IPBES) de 2019, até um milhão de espécies podem estar ameaçadas de extinção nas próximas décadas devido às atividades humanas. Essa perda de biodiversidade representa uma crise global, pois compromete a resiliência dos ecossistemas, a segurança alimentar, a saúde humana e a estabilidade climática.
A compreensão do conceito de Antropoceno é essencial para entendermos a relação entre as atividades humanas e a perda de biodiversidade. Ele reflete a ideia de que somos responsáveis pelas mudanças na biosfera terrestre e nos alerta sobre a urgência de adotarmos medidas para mitigar os negativos e promover a conservação da biodiversidade.
A proteção da biodiversidade no contexto do Antropoceno requer ações individuais e coletivas em várias frentes. Isso inclui a implementação de políticas de conservação efetivas, a promoção de práticas sustentáveis na agricultura, a gestão adequada dos recursos naturais, a criação de áreas protegidas, a redução do carbono e o combate às mudanças climáticas.
A ciência desempenha um papel crucial nesse processo, fornecendo informações fundamentadas sobre a biodiversidade, suas ameaças e estratégias de conservação. Além disso, a educação ambiental desempenha um papel importante na conscientização e no engajamento da sociedade em relação à proteção da biodiversidade.
Portanto, a compreensão do conceito de biodiversidade e do Antropoceno nos alerta para a importância da conservação e proteção dos ecossistemas e da diversidade de vida que eles sustentam. Ações concretas são necessárias para mitigar os efeitos negativos das atividades humanas na biodiversidade e para promover um equilíbrio sustentável.
3 A PROTEÇÃO DA BIODIVERSIDADE COMO QUESTÃO INTERSECIONAL DE TODA A CIÊNCIA

A proteção da biodiversidade é um desafio que não envolve apenas uma única disciplina científica, mas sim a interseção de todas as áreas do conhecimento. A biodiversidade é essencial para a sustentabilidade do planeta, fornecendo serviços ecossistêmicos fundamentais para a vida humana.
A biodiversidade abrange a variedade de formas de vida na Terra, incluindo genes, espécies e ecossistemas. Segundo a Convenção sobre Diversidade Biológica (CBD), a biodiversidade desempenha um papel vital na estabilidade e no funcionamento dos ecossistemas, influenciando processos ecológicos, biológicos, sociais e culturais. A perda acelerada da biodiversidade é um dos principais desafios globais enfrentados atualmente.
Para entender e abordar efetivamente a questão da proteção da biodiversidade é necessário o engajamento de diversas disciplinas científicas. A ecologia é uma ciência fundamental nesse contexto, pois busca compreender as emoções entre os seres vivos e o ambiente em que vivem. A ecologia fornece conhecimentos essenciais para a conservação e o manejo sustentável dos ecossistemas, garantido para a proteção da biodiversidade (GASTON, 2018).
A biologia evolutiva também desempenha um papel importante na proteção da biodiversidade. Estudar os processos evolutivos permite compreender como as espécies se adaptam às mudanças ambientais e como a diversidade genética é preservada. Essa compreensão é essencial para o desenvolvimento de estratégias de conservação eficazes (REECE et al., 2018).
A geografia também desempenha um papel crucial na proteção da biodiversidade, ao analisar a distribuição espacial das espécies e dos ecossistemas. Estudos de geoprocessamento e sensoriamento remoto permitem mapear áreas de alta diversidade biológica, identificar áreas prioritárias para conservação e monitorar mudanças ao longo do tempo (TURNER et al., 2003).
A sociologia e a ciência política também têm papel fundamental na proteção da biodiversidade. Essas disciplinas investigam as relações entre as pessoas, as instituições e o meio ambiente. Compreender as dinâmicas sociais e políticas que influenciam as decisões de uso da terra, a governança ambiental e o engajamento da sociedade é essencial para promover a conservação da biodiversidade (OSTROM, 2009).
Além disso, a economia e a gestão ambiental desempenham papéis influentes na proteção da biodiversidade. A valorização econômica dos serviços ecossistêmicos, como a polinização e a regulação climática, contribui para a conscientização sobre a importância econômica da biodiversidade e sua conservação. A gestão ambiental busca encontrar soluções para conciliar o desenvolvimento socioeconômico com a preservação dos recursos naturais (DASGUPTA, 2021).
A proteção da biodiversidade é uma questão complexa e abrangente que envolve a interseção de diversas disciplinas científicas, da esfera política, social e cultural, como se pode ver. Nesse contexto, a educação ambiental desempenha um papel fundamental ao promover a consciência e a compreensão sobre a importância da biodiversidade e os desafios que enfrentamos em sua preservação.

A interseccionalidade da educação ambiental com a proteção da biodiversidade reside na compreensão de que os aspectos ambientais estão intrinsecamente ligados a questões sociais, motivadas e políticas. Ao adotar uma abordagem interdisciplinar, a educação ambiental busca conectar a biodiversidade às realidades locais, abordando questões como desigualdades socioeconômicas, justiça ambiental e direitos humanos etc. (GUIMARÃES, 2006).
A educação ambiental não apenas transmite conhecimentos sobre a biodiversidade, mas também estimula a reflexão crítica, o engajamento ativo e a tomada de ação. Ela capacita as pessoas a compreenderem como suas escolhas e comportamentos diários podem impactar o meio ambiente e a biodiversidade. Além disso, a educação ambiental promove a valorização da diversidade cultural, reconhecendo a importância das diferentes perspectivas e conhecimentos tradicionais na proteção da biodiversidade (GUSMÃO PEDRINI, 2006).
Por meio da interseccionalidade, a educação ambiental também aborda a necessidade de uma abordagem integrada nas políticas públicas, na gestão de recursos naturais e no planejamento urbano. Ao considerar as dimensões sociais, políticas, econômicas e culturais, ela busca desenvolver soluções sustentáveis e inclusivas para a proteção da biodiversidade.
Portanto, a interseccionalidade da educação ambiental com a proteção da biodiversidade reconhece a complexidade e a interdependência entre os diferentes aspectos da vida humana e do meio ambiente. Ela promove uma visão holística, integrando conhecimentos científicos, valores éticos, perspectivas culturais e ações individuais e coletivas. Por meio dessa abordagem interseccional, podemos avançar na construção de um futuro mais sustentável, onde a biodiversidade seja preservada e valorizada como um patrimônio comum da humanidade.
Estes poucos exemplos citados, além da relevância da educação ambiental, servem para dar uma noção da importância que esse debate interseccional pode proporcionar ao articular o pensamento de diferentes pontos de vista e com distintas ideias de estratégias para combater a redução galopante da biodiversidade no planeta.
Toda a questão ambiental se reveste dessa Interseccionalidade para não ficar restrita a uma única disciplina e ser uma ligação entre as mais distintas áreas do saber. Seu caráter interseccional se dá diante do tamanho de sua importância, pois o fim da biodiversidade pode ser o fim da espécie humana (YOUNÉS,2006).
Dentre tantas outras áreas, tem-se também a psicologia como área que pode e deve contribuir ao relacionar muitos de seus estudos com a proteção da biodiversidade.
4 A PSICOLOGIA COMO CIÊNCIA E SUA IMPORTÂNCIA PARA A PROTEÇÃO DA BIODIVERSIDADE
A psicologia como ciência desempenha um papel crucial na compreensão e promoção do bem-estar humano, abrangendo diversas áreas de estudo que vão desde a análise do comportamento até os processos mais complexos.

No contexto da proteção da biodiversidade, a psicologia desempenha um papel fundamental ao explorar as motivações, atitudes e comportamentos humanos em relação ao meio ambiente. Neste trecho, discutiremos a importância da psicologia como ciência e sua possibilidade de contribuição para a proteção da biodiversidade.
A psicologia ambiental é um campo específico dentro da psicologia que investiga a relação entre as pessoas e o ambiente natural, incluindo questões relacionadas à biodiversidade. De acordo com Bell, Fisher, Baum, Greene e Rönnlund (2018), a psicologia ambiental busca compreender como as pessoas percebem, valorizam e se comportam em relação aos ambientes naturais, influenciando a tomada de decisões e ações relacionadas à proteção da biodiversidade.
Um aspecto importante enfatizado pela psicologia ambiental é a identificação das motivações que levam as pessoas a agirem em prol da preservação da biodiversidade. Segundo Clayton, Devine-Wright, Swim, Bonnes e Steg (2016), a motivação intrínseca, baseada no valor inerente da natureza e na conexão emocional com o meio ambiente, é um fator-chave para a adoção de comportamentos pró-ambientais. A psicologia, ao investigar e compreender essas motivações pode fornecer ideias valiosas para estratégias de engajamento e sensibilização da população em relação à proteção da biodiversidade.
Outro aspecto relevante é a influência dos fatores sociais e culturais nas atitudes e comportamentos em relação ao meio ambiente. Estudos realizados por Schultz (2002) destacam a importância das normas sociais, das crenças compartilhadas e da influência dos grupos de referência na adoção de comportamento pró-ambientais. A psicologia social desempenha um papel central ao examinar como as sociais e a percepção da pressão social experimentou as escolhas e ações individuais em relação à biodiversidade (SCHULTZ, 2011).
Além disso, a psicologia cognitiva contribui para a compreensão dos processos de tomada de decisão e da forma como as pessoas percebem e avaliam os riscos ambientais. Segundo Slovic (2000), as ocorrências de risco estão relacionadas a fatores cognitivos, emocionais e sociais, influenciando as atitudes e comportamentos em relação ao meio ambiente. Essa compreensão é fundamental para o desenvolvimento de estratégias de comunicação e educação ambiental eficazes, que possam sensibilizar a população sobre a importância da proteção da biodiversidade.
Além dos aspectos individuais e sociais, a psicologia também pode contribuir para a análise das políticas públicas e dos sistemas sociais que impactam a biodiversidade. De acordo com Stokols (2003), a psicologia ecológica investiga como é feliz entre os indivíduos, os grupos e os sistemas ecológicos
Além dos aspectos individuais e sociais, a psicologia também desempenha um papel importante na análise das políticas públicas e dos sistemas sociais que impactam a biodiversidade. De acordo com Stokols (2003), a psicologia ecológica investiga como os indivíduos, os grupos e os sistemas ecológicos sentem-se confortáveis, buscando compreender como essas relações afetam a proteção da biodiversidade.
A psicologia ecológica examina as atitudes, crenças e comportamentos das pessoas em relação ao meio ambiente e como esses fatores são influenciados pelos sistemas sociais e políticos. Compreender as resistências e motivações individuais é essencial para a formulação e implementação de políticas públicas eficazes que promovam a conservação da biodiversidade.
Por exemplo, a psicologia ecológica pode investigar como as políticas de incentivos à proteção a biodiversidade ou medidas punitivas impactaram nas atitudes das pessoas. Ela também pode explorar como a participação cidadã, a educação ambiental e a conscientização pública podem ser promovidas para gerar uma maior conscientização e engajamento em relação à proteção da biodiversidade.
Além disso, a psicologia pode desempenhar um papel fundamental na análise e compreensão das relações entre as pessoas e a natureza em contextos urbanos. Estudos demonstram que o contato com a natureza e o acesso a áreas verdes têm efeitos positivos na saúde mental e bem-estar das pessoas (BRATMAN et al., 2019; FULLER, 2007). Portanto, uma promoção de ambiente biologicamente equilibrado é importante não somente para a manutenção das formas de vida, incluindo a humana, mas também para a qualidade de vida de todas as espécies, incluindo a humana.
5 CONSIDERAÇÕES FINAIS

A interseção entre a psicologia e a proteção da biodiversidade revela a importância de compreendermos a relação complexa entre os seres humanos e o meio ambiente. A psicologia como ciência desempenha um papel fundamental ao explorar as motivações, atitudes e comportamentos humanos em relação à biodiversidade. Ao mesmo tempo, a proteção da biodiversidade exige uma compreensão profunda das dinâmicas psicológicas que impulsionam nossas ações.
A preservação da biodiversidade é um desafio urgente que requer ações individuais e coletivas em todas as áreas do conhecimento. A proteção da biodiversidade não pode ser alcançada sem uma mudança de postura coletiva, uma consciência do impacto de nossas escolhas e um senso de responsabilidade em relação às gerações futuras. Nesse sentido, a psicologia desempenha um papel crucial na conscientização e no engajamento social em prol da proteção da biodiversidade.
Através da psicologia ambiental, é possível compreender como as pessoas percebem, valorizam e se comportam em relação ao meio ambiente, influenciando a tomada de decisões e ações relacionadas à proteção da biodiversidade. A motivação intrínseca, baseada no valor inerente da natureza e na conexão emocional com o meio ambiente, é um fator-chave para a adoção de comportamentos pró-ambientais.
Além disso, a proteção da biodiversidade requer uma abordagem interdisciplinar, envolvendo áreas como ecologia, biologia evolutiva, geografia, sociologia, ciência política, economia, gestão ambiental etc. A interseccionalidade entre essas disciplinas é essencial para compreender a complexidade e a interdependência entre os diferentes aspectos da vida humana e do meio ambiente.
A educação ambiental desempenha um papel fundamental ao promover a consciência e a compreensão sobre a importância da biodiversidade e os desafios que enfrentamos em sua preservação. Através de uma abordagem interseccional, a educação ambiental busca conectar a biodiversidade às realidades locais, abordando questões como desigualdades socioeconômicas, justiça ambiental e direitos humanos.
A proteção da biodiversidade é uma questão global e urgente. É necessário reconhecer a interdependência entre a psicologia e a proteção da biodiversidade, bem como a interseccionalidade entre diversas disciplinas científicas e áreas do conhecimento. Somente através dessa abordagem holística e integrada, juntamente com ações concretas e uma mudança de mentalidade, podemos garantir a preservação da biodiversidade, a saúde do planeta e nossa própria existência. A proteção da biodiversidade é uma responsabilidade de todas as pessoas, e é essencial que cada um faça a sua parte para garantir um futuro sustentável.
REFERENCIAL BIBLIOGRÁFICO
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Que discussão interessante! Faz muito sentido para mim... Precisamos adotar uma abordagem integrada com diversos saberes para enfrentar os desafios ambientais e garantir um futuro sustentável para nós e também as próximas gerações.